
Geisygate: Achei no mínimo impressionante a ascensão meteórica da garota que quase foi estuprada na Uniban. Tudo começa com uma situação bizarra sendo promovida ao nível de ato de barbárie (eu moro no Rio, se eu for tentar estuprar toda menina de roupa curta que passar perto de mim que horário eu vou ter pra trabalhar, ver um filme, dormir, acessar a internet? Sério, isso não viável, galera…). Depois começa o debate inflamado em que todo mundo quer aparecer porque é raro uma situação em que esteja tão claro quem está errado e seja tão fácil descer a lenha. Aí o pessoal da Veja começa a criticar a barbárie e você já começa a desconfiar que a barbárie não pode ser tão ruim assim, mas afasta esses pensamentos estranhos da sua cabeça. E então ao invés de um debate nacional ou de um chamado à consciência sobre o porque de termos chegado nesse nível de insanidade coletiva ou porque os nossos universitários pararam de dar dicas no Show do Milhão e começaram a tentar fazer sexo não-consensual com as nossas universitárias nós ganhamos mais uma celebridade instantânea. Porque Geisy já apareceu no Superpop, vai aparecer no Casseta e Planeta e está assinando contrato pra posar nua. E assim…sou só eu ou ela é…tipo…totalmente não-atraente?
Visita da Madonna: Pra mim ela é apenas a ex-mulher mala do Guy Ritchie, que é um cineasta legalzão. Então ainda que eu goste da versão do Richard Cheese pra “Material Girl” e “Like a Virgin” e possa passar um mês apenas fazendo trocadilhos sobre Jesus, eu acho que não dei a mínima pro assunto.
Reta final do campeonato brasileiro: Acho que exceto pelo Flamengo ter chegado até as rodadas finais com chances de título não aconteceu nada que os bons analistas esportivos não tivessem previsto. O São Paulo é o time de melhor estrutura do país e pode colocar até cães dançarinos em campo que briga pelo título, o Palmeiras é um time horrendo com dois ou três bons jogadores e um técnico engraçado, o Inter tinha o Tite e o Atlético tinha o Celso Roth e o Goiás era o Goiás, fazer o que? Os destaques do campeonato ficam sendo então Petkovic, por ter a idade do meu pai e correr mais do que eu, e Cuca, por me fazer torcer pra que o Fluminense fique na série A apenas pra não ver aquela carinha triste.
A Fazenda 2: Como já disse, acho que deveríamos simplesmente encerrar o programa e transformar em dois meses de entrevistas do Britto Jr. com o MC Leozinho, o cara que misturou funk e violão. Não tem como superar isso. Se qualquer outra pessoa ganhar a competição é injustiça pura e simples.
Filme da Bruna Surfistinha: Não vou ver o filme (o pessoal da Band sabe que eu já curti muito um pornô softcore, mas a fase passou faz uns 10 anos), mas valeu meu domingo a Deborah Secco entrevistando a Bruna Surfistinha e perguntando se ela já sofreu preconceito por ter feito programa. Não, claro que não, quem sofre preconceito por ter feito programa é o Otaviano Costa que apresentava o O+ e o Ferrugem, que trabalhou com o João Gordo na MTV.
Terapia em grupo
Maio 14, 2009

Bem, vamos começar. Meu nome é João e sou alcoólatra. Mas esse não é o tema desse texto. O tema hoje é o fato de que eu estou ansioso. Sim, é essa a razão dos posts um tanto quanto emos e do clima de pessimismo e desânimo aqui no blog. Quer dizer, pessimista e desanimado eu sou desde pequeno, mas isso de estar ansioso é novidade. E por que eu estou ansioso? Por causa do concurso da Petrobras.
Todo mundo sabe (afinal, eu não consigo parar de dizer e peço desculpas por isso…) que eu passei num dos últimos concursos da Petrobras, para uma vaga no setor de comunicação, para trabalhar como jornalista. E por que isso me deixaria ansioso? vocês se perguntam. Afinal, passou na prova, mandou bem, uhu, tudo tchuptchura, agora é só marcar o churrasco, tirar a carteira de motorista e começar a procurar mulheres interesseiras pra namorar. Mas bem, a coisa não tem sido assim. Afinal, o processo de “passar em concurso” consiste de três etapas bem distintas: fazer a prova, passar na prova e ser chamado para a vaga. A primeira parte foi ok, a segunda rolou, mas a terceira…essa anda meio empacada…E por isso eu estou ansioso…
Fiz a prova em meados de 2008, com a data de convocação informada pelo edital para o final do ano. Tudo muito bom, tudo muito bem. Passei, fiquei feliz como um teletubbie drogado ouvindo Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band dentro de um imenso pote de gelatina de uva e deixei a vida seguir, com a certeza de que seria chamado até o fim de dezembro de 2008. Não fui, claro. Aí o prazo para contratação foi extendido até 30 de junho de 2009, mas todo mundo disse que em março, estourando em abril, todo mundo seria chamado. E bem, quase todo mundo foi chamado. Menos o meu cargo. E agora, quando a data final para contratação começa a se aproximar perigosamente, surgem vários boatos de que a Petro pode estar pensando em tomar atitudes não muito legais e simpaticonas como não contatar ninguém ou contratar apenas parte dos aprovados, ainda que dentro do número de vagas (eu fui o 8º e são 20 vagas, apenas para esclarecer). Daí surgem possibilidades nada interessantes como ter que entrar na justiça pela vaga, correndo o risco de gastar uma grana e ainda por cima perder, o que realmente não bate com meu ideal de diversão sadia…
Então vamos dimensionar o aspecto emocional da coisa, para que vocês entendam a minha preocupação. Primeiro, eu nunca mandei tão bem assim na vida. Sério. Não que eu não mande bem de vez em quando, mas quase todas as coisas que eu me orgulho de ter feito precisam de pelo menos 15 linhas de explicação para que sejam entendidas pelo resto da humanidade, o que vai contra a teoria do meu tio Jorge de que coisas realmente legais são contadas rapidamente (“inventei a fusão a frio”, “peguei a Rachel Bilson”, “ganhei na sena”), ou seja, nada tão evidentemente legal quanto isso. Perder isso seria um baque emocional nível “estava para ganhar uma maratona e um padre irlandês me agarrou e passou a mão na minha bunda”.
Segundo, eu realmente não sei se consigo fazer algo assim de novo. O período em que eu fiz a prova da Petrobras (assim como as provas da Caixa e do BB) foi um daqueles períodos de conjunção astral em que Vênus está na casa de Júpiter passando por Peixes pra deixar um recado e pegar um bolo enquanto Sagitário pode andar duas casas e jogar o dado de novo, ou seja, uma daquelas épocas em que tudo dá certo e mesmo quando alguma coisa parece dar errado é porque estava dando certo e você, besta, não notou. Os amigos pra quem eu expliquei tudo que aconteceu nos dois finais de semana que eu passei em São Paulo para fazer as provas sabem que, avaliando tudo que ocorreu de uma forma fria, ser o oitavo numa prova feita por mais de cinco mil pessoas foi até a parte menos improvável da história, já que tivemos desde o meu ex-sogro sendo simpático comigo até eu me guiando sozinho numa cidade desconhecida sem terminar perdido e pedindo orientações numa boca de fumo, passando por outros eventos que eu não posso relatar aqui no blog. Mas que não são nada normais na minha vida, saibam.
E toda essa expectativa, a ansiedade pra ver tudo dando certo, eu finalmente trabalhando na minha área e tendo grana para colocar uma máquina de pinball na minha sala antes dos 35 somada ao medo de tudo dar errado, a José Serra dar um golpe de estado, privatizar a Petro totalmente e o tigre da Esso rasgar o edital na minha frente enquanto canta “Loser” do Beck, tudo isso se uniu para me deixar num estado de instabilidade emocional, ansiedade e neurose pela qual eu acho que nunca passei antes. É como a espera por um resultado de teste de gravidez de caixinha em que o maldito trocinho demora quase um ano pra decidir de que cor vai ficar e você passa esse tempo todo pensando em como vai ficar o seu futuro, pra dar uma descrição mais exata.
Com isso tudo, somado ao meu isolamento atual aqui em Cataguases (essa sauna mista geográfica), vieram à tona todo e qualquer pequeno problema emocional que eu tenha, indo desde solidão, carência afetiva e vontade de comprar óculos escuros até saudades do meu peixe de estimação que morreu em 2007. Daí todo o teor de emice de vários posts anteriores (quase diários). Ainda que eu ache que eles até foram bonitinhos, vai…
Agradeço ao apoio de todo mundo, desde as mensagens estilo “man up, dude!”, até os elogios (Èrica, se eu for mesmo chamado e me mandarem pro Rio, fale bem de mim pras suas amigas e Larissa, juro que vou tentar pensar que garotinhas se impressionam com aliens de pelúcia) e prometo voltar ao caótico humor anárquico de macho com doses moderadas de fofura que sempre caracterizou esse blog em seus grandes momentos, ou seja, nada de emice. Torçam por mim. E dêem uma porrada preventiva no maldito felino da Esso se toparem com ele, aquele desgraçado.
The Farrazine Theory
Março 24, 2009

Acho que já se passaram uns dois anos desde que eu ouvi pela primeira vez a frase “cara, assisti um seriado e me lembrei de você…se chamava “the big bang theory”. Desde então eu ouvi essa referência umas boas vinte vezes, da parte de amigos, parentes, amigos de amigos e derivados. Após um bom tempo me sentindo bastante curioso em relação ao programa, finalmente consegui, essa semana, assistir a primeira temporada e só posso dizer que fiquei chocado…Nerds, pessoas com dificuldades de relacionamento, caras que falam muito rápido sobre assuntos científicos com os quais ninguém mais se importa, referências sobre ficção científica e pessoas usando camisas com estampas de personagens em quadrinhos…Como alguém conseguiu ver uma coisa dessas e lembrar de mim? Mas essa não é a pergunta mais importante…A verdadeira questão é onde eu encontro à venda um sabe de luz como aquele que aparece no segundo episódio da temporada?!

E saiu mais um Farrazine, pessoal. Na edição número 10 (quem poderia imaginar que iríamos tão longe?) temos Rafael Grampá, resenha de Watchmen, Albaria, Clube da Luta e Elvis. Da minha parte temos um artigo sobre J.D. Salinger e uma página inteira com a origem do Capitão Confiança, desenhada pelo genial Mainardi (quem poderia imaginar que um personagem assim teria um desenhista tão bom?). Baixem e sejam felizes. Ou baixem e sejam infelizes, mas baixem. Mas claro, se vocês ficarem felizes eu vou me sentir melhor…Ok, deixa pra lá…
Baixe aqui!
P.S: E sobre a minha atuação em BH…Bem, eu fiz o que podia…Cheguei no grupinho, disse que era um professor de uma escola americana pra jovens especiais e tinha alguns coleguinhas superdotados que queriam conhecer garotas de fora do Kentucky. Teria dado certo se eles soubessem fazer o sotaque com um mínimo de decência, não é culpa minha…E Elisa e Angélica, eu realmente consigo falar direito com vocês duas…Então acho que eu deveria casar com uma de vocês, algo asim…Ah, vocês tem namorados, certo? Droga, lá se vai minha vida pessoal embora de novo…Mas eu sinto que quase cheguei lá dessa vez…
A fever you can’t sweat out
Dezembro 9, 2008

E saiu, finalmente saiu! É só clicar aqui e ir até o site da Mojo Books para baixar o e-book escrito por esse que vos escreve. Sim, foi uma frase confusa, mas vocês entenderam. Sim, esqueçam a eleição do Obama, o rebaixamento do Vasco ou as suas vidas pessoais e profissionais, tudo que importa agora é que vocês baixem e leiam esse conto. Ok, eu exagerei, acho…Mas leiam, ok? E não, não vou fazer a piadinha dos 500 links de novo, porque aquilo deu um trabalho filho da mãe, sério.
Mojo Book Release
Dezembro 2, 2008

E no próximo dia 07/12 finalmente sai o meu conto pela Mojo Books, mojificando o primeiro CD do Panic at the Disco, “A Fever You Can’t Sweat Out”. É, eu sei, é difícil achar alguma conexão entre eu e a banda, mas assim que você ouvir o CD (se você ouvir, o que eu acho que pode ser uma boa fazer), vai ficar compreensível a ligação. Afinal, nas letras e nos títulos você encontra referências a Orson Welles, Chuck Palahniuk e Wes Anderson, além de uma das melhores citações de filme em uma música (“Lying is the most fun a girl can have without taking her clothes off but it’s better if you do.“, de Closer), e do clipe de “Build God Then We’ll Talk” ter um ventríloquo. E como todo mundo sabe, nada é mais legal do que ventriloquismo, nada.
Dessa mistura de referências bizarras da banda com as minhas próprias referências pessoais esquisitas nasceu um pequeno conto sobre um cara que trabalha como palhaço em festas infantis com mais dois amigos e a rotina depressiva do pequeno universo que ele habita. Ou algo assim. Eu sou péssimo pra dar explicações. Escrito de uma tacada só (acho que fiquei nele até de madrugada, algo assim) o conto foi enviado pra Mojo, que selecionou o conto pra publicação, sob forma de e-book, disponível pra download gratuito no site, no que com certeza vai ser uma graaaande ajuda para o meu projeto de publicar o primeiro livro de contos em 2009.
Já aviso antecipadamente que o conto é um pouco diferente do que eu costumo escrever. Não que não seja ligado a comédia, mas é uma visão bem mais triste da comédia, não sei se vocês entendem, é algo que é engraçado, mas triste. Ok, eu sou realmente uma droga com explicações…Já viram “Melinda e Melinda”? Não tem nada a ver com o conto, mas é um grande filme do Woody Allen.
E antes que as pessoas se confundam, sim o livro está assinado como João Baldi Jr., uma homenagem ao lado italiano da família e também a aceitação de que, como eu não tenho um sobrenome decente, preciso resgatar um dos antigos que minha família tinha. Fora que soa bem, serve como trocadilho e se você procurar no Google as únicas referências dele são ligadas a mim (ok, tem um ator brasileiro da década de 40 chamado João Baldi, provavelmente meu parente, mas não quero falar nisso). Ou seja, de agora em diante tudo que eu fizer em termos de livros, quadrinhos e músicas eu vou assinar como João Baldi Jr., então pode ser legal a gente se acostumar. É provável que até a forma como eu assino no blog mude, ainda estou pensando nisso.
Mas no dia 7 entrem no site da Mojo, se cadastrem, baixem o e-book, leiam e sintam-se a vontade para me dar um feedback via blog (ou comentando lá no site, o que seria bem legal pra levantar a minha auto-estima), além de recomendar que seus amigos, colegas e namoradas façam o mesmo. Agindo assim vocês garantem uma cópia autografada do meu livro, assim que ele sair e eu aprender a fazer uma assinatura que não pareça totalmente infantil. Talvez eu apenas molhe o polegar na tinta e carimbe, vou pensar nisso…
Links úteis:
Manuela – Lançamento
Novembro 20, 2008
Uma daquelas frases clichês clássicas da humanidade é “escreva um livro, plante uma árvore, tenha um filho”. Eu admito que sempre cobrei um pouco mais de mim, afinal, além do livro eu sempre quis escrever um filme, compor uma música, escrever uma história em quadrinhos e ter dois filhos. O que, eu acho, é uma forma legal de compensar o fato de que eu provavelmente não vou plantar árvore nenhuma…
E após iniciar o meu projeto de banda, filmar meu segundo curta-metragem e estar quase terminando meu livro de contos, finalmente saiu a minha primeira história em quadrinhos, com roteiro escrito por mim, arte do lendário Dias, colorização do Snuck e do Dias e revisão por parte do Kio (“ooooo editoooooor”), chamada “Manuela”. Nascida da provocação de um amigo sobre eu só conseguir escrever histórias sobre super-heróis, Manuela é uma pequena história sobre a primeira garota de quem eu gostei na minha infância, a filha do cara que consertava a máquina de lavar da minha mãe. (Sim, éramos todos uns românticos antes de termos 8 anos de idade e ficarmos cínicos, eu sei…)
Para baixar clique aqui. Ou aqui. Ou aqui. Ou aqui. Ou aqui. Ou aqui. E também aqui. E aqui. Ou mesmo aqui. Ou seja, existe qualquer razão pra não baixar, menos a falta de links. Afinal, tem mais um link aqui. E outro aqui. E mais um aqui. E aqui. E aqui. E aqui também. E só mais um aqui. Ok, eu menti, tem outro aqui. E aqui. E aqui também. Ou seja, baixe isso logo. Clicando aqui, por exemplo.
Farrazine #8
Novembro 19, 2008
E saiu o Farrazine #8! Dessa vez o tema é “Mulheres” e temos, além de entrevista com Mike Deodato, piadas infames e machistas, matérias sobre mulheres-nerds e universo feminino como um todo, uma entrevista com Jussara, a guria que criou “Turn to Fall”, uma iniciativa bem legal de quadrinho on-line. E claro, como eu tenho amigos dentro da núcleo editorial, temos dois contos meus “A Invasão dos Homens-Borracha” e ” Correspondência Completa entre Sebastian Coreille e Amélie Nevillet”. Baixe, leia, divulgue, mostre pra sua namroada, fale bem para os seus primos e amigos do trabalho.
Baixar no rapidshare, clique aqui
Baixar no 4shared, clique aqui
E finalmente Manuela está completa, em suas fases finais. Só falta revisar e corrigir os créditos, já que lá meu nome consta como José Luis. Sério. Isso só acontece comigo…Mas é provável que antes do final do mês já esteja disponível aqui pra download. Issa. Uhu. Ok, vou me conter.
Here comes the book
Outubro 14, 2008

Como todo mundo sabe, eu tenho um livro de contos que eu planejava terminar antes do final do ano. As histórias estavam prontas, algumas já rodando entre o Yuri e o Thiago (meus dois conselheiros literários) e outras ainda aqui no computador, sendo terminadas. Porém, conforme foi chegando a hora de fechar o material foi ficando claro que existia uma baita diferença temática e estilística (?!) entre o material, que complicava a união num todo coeso. Não que eu escreva coisas coesas ou que eu tenha um estilo, mas vocês entenderam. Havia uma diferença grande demais entre crônicas, contos e outras coisas,que impediam que eu juntasse tudo no mesmo balaio.
Mas ao mesmo tempo eu notei que gosto e me orgulho demais tanto das coisas mais bobas e idiotas quanto das coisas mais sérias que eu tenho escrito ultimamente, então, levando em consideração novamente o meu problema de dupla personalidade, resolvi “montar” dois livros, um com os contos mais “sérios” e outro com o material mais de humor (ou coisa parecida), basicamente com coisas retiradas dos blogs e alguns contos mais fanfarrões.
Bem, aí vai a atual escalação do livro mais sério, temporariamente chamado “Alguém sempre morre no final”.
Batman 2
Bonito
O dia em que comecei a explodir prédios
Página de Diário
Uma história de detetive
Você deveria ir apenas nas festas certas
Weezer
A Invasão dos Homens-Borracha
A mulher perfeita
Apenas Ensaiando
Conversa de namorados
Esquecendo Coisas
Ninguém entende uma boa citação
O Garoto-Aranha
Página de Diário
Zombie Pictures and Horror Shows
Punks brigões não ouvem Blink 182
107 Beijos Perdidos
Um estudo em vermelho. Com sardas.
Dos contos listados três estão inacabados e três eu ainda não sei se vão poder entrar porque estão com publicação prevista ou tentando publicação em outro lugar, ou seja, essa escalação tende a mudar, mas a base está praticamente pronta. O plano é que até o final de novembro Yuri e Thiago recebam suas cópias para leitura, Thiago me retorne a dele até dezembro e Yuri até outubro de 2012, permitindo que o livro saia, algum dia, se não chover. Vamos esperar pra ver no que dá.
No News, Good News
Julho 21, 2008

“Now we’re finally landing
Now we’re finally landing
Get your stuff together
‘Cause now we’re finally
Going to land”
Bem, como eu havia prometido, vou explicar quais foram as duas boas notícias que eu recebi e qual a importância das duas pra mim. Uma, que eu recebi já há mês pelo menos e não havia realmente contado pra muita gente é que um conto meu vai ser publicado pelo selo Mojo Books, uma editora virtual especializada em transformar discos em contos e lançar no formato de e-books. É um trabalho legal, que me foi indicado por um amigo, e me fez sentir vontade de mandar uma história, pra ver se eles topavam. Por mais “incresça que parível” eles toparam. Ainda não temos uma data de lançamento, mas temos um contrato assinado e registrado, ou seja, parece que vai. A não ser que não vá, é claro. Não vou dizer sobre qual banda ou CD é o conto, primeiro pra não ser zoado e segundo pra surpreender vocês. Mas como sou empolgado, estou preparando novos materiais, dessa vez sobre Autoramas e Weezer, pra mandar pros caras. Veremos no que dá.
(Na verdade o ponto mais legal disso tudo é que tive que inventar um nome profissional pra mim…Afinal, assinar com meu nome normal é barra…Virei então “João Luis Baldi Jr.”, num gesto singelo de carinho ao meu bisavô italiano, o único judeu nazista de que se tem notícia…Mas na minha família nós somos assim, fazer o que…)
A outra notícia é que, ao que parece, meus dias como atendente de telemarketing estão contados…No último concurso da Petrobras para “Profissional de Comunicação Junior com Habilitação em Jornalismo” (puuuta nome longo…) eu consegui ficar em 8º, dentro das 20 vagas disponíveis. Se der a lógica, é possível que eu seja chamado até o final do ano pra um emprego legal em alguma parte legal do país, fazendo coisas legais e tirando uma grana legal. Quer dizer, na verdade, com a sorte que eu tenho, a Petrobras vai ser comprada pelo Wal-Mart semana que vem, o concurso cancelado e o call center onde eu trabalho vai passar a ser gerenciado pelo Dogbert das tirinhas, mas eu não quero pensar nisso.
As outras “notícias-bônus” são a previsão de que “Manuela”, minha primeira história em quadrinhos, pode estar pronta até novembro, o “Impossível”, meu projeto de super-herói, está perto de achar desenhista e, se nada de terrível acontecer, meu primeiro livro de contos fica pronto até o final do ano. Em suma, as coisas estão bem e, se eu não fosse pessimista até dizer chega, iria dizer que elas tendem a melhorar. É, após 12 meses caóticos, acho que estamos finalmente pousando. Me desejem sorte.
Ps: Minha singela resposta a todas as pessoas que alguma vez já me disseram pra fazer cirurgia de correção de miopia. Porque eu gosto dos meus óculos, caramba!


