Farrazine, Daniela, o circo e um livro que ficou pronto
Novembro 25, 2009

- Saiu o Farrazine #14 comemorando os dois anos dessa publicação que mudou os rumos do jornalismo cultural, do entrenimento virtual, dos quadrinhos brasileiros e da culinária canibal como nós a conhecemos. Nesta edição teremos “O mundo de Beakman”, entrevistas, tiras, Star Wars e Milo Manara. E eu, claro ,contribuí com um texto bem pessoal sobre o Weezer e o outro (nem tão pessoal assim, eu acho) sobre o Capitão Marvel. Baixem e se divirtam. Ou apenas baixem. Ou apenas se divirtam. O que eu quero é ver vocês felizes e tal. Para baixar clique aqui.
- Comecei a escrever para o blog um belo conto chamado “Daniela e o Circo”, mas ele fugiu ao controle e ficou grande demais para postar por aqui, então resolvi testar um novo formato e fazer um pequeno e-book pra que quem tivesse interesse pudesse baixar e ler com mais tranquilidade. Quem quiser conhecer essa pequena peça de lirismo circense pode clicar aqui e fazer o download.
- Demorou mas eu terminei meu livro de contos. Claro, ainda vou fazer um longo e emocionado post sobre o assunto, mas já posso informar que são cerca de 90 páginas em formato ofício e que vou registrar o livro na Biblioteca Nacional na próxima semana, o que deve permitir que ele chegue até vocês, meus fiéis leitores, nos próximos quinze dias. Com isso vocês terão o prazer de passar o natal lendo o meu primeiro livro de contos entre uma rabanada e uma coxa de peru. Mas eu recomendo que você evitem isso porque provavelmente vai emporcalhar tudo de gordura e ficar aquela zona.
Santo post pago, Batman!
Setembro 24, 2009

Ele voltou, o boêmio voltou. E junto ele trouxe a edição número 13 do Farrazine, com Legião, uma HQ de Ricardo Andrade e Snuckbinds, e Albaria, do Wilton Pacheco (que também é o entrevistado da edição. Nós adoramos esse cara. Só não pusemos um pôster dele no meio da revista porque bem…a gente gosta do cara, mas não desse jeito esquisito…). Também temos Batman, censura, quadrinhos bíblicos e inflamáveis, Raul, blues, nostalgia, Star Warghs, trave na treva, Bar do Limbo, sombras vivas e o keyboard cat. Ok, não temos o keyboard cat, mas temos “37 dias”, um conto meu, ilustrado pelo Greati, que é quase tão legal quanto. Play them off, Farrazine.
Você pode baixar o Farrazine aqui em versão RAR. Ou aqui em versão PDF. Ou você pode deixar isso tudo de lado e entrar no blog do Darth Vader, mas eu gostaria que você baixasse o zine antes, ok?
Projeto Manhattan – Fase I
Setembro 1, 2009

Como alguém já disse, conclusão é o nome que você dá ao momento em que fica cansado de pensar. E após alguns anos escrevendo, escrevendo e escrevendo, eu finalmente fiquei levemente de saco cheio do projeto do meu primeiro livro de contos e concluí que isso é um sinal de que ele está pronto. Tenho cerca de 30 contos, indo desde histórias de mortos-vivos até personagens de quadrinhos, mulheres de franja, ex-namorados vingativos e viagens ao Japão, e acho que finalmente atingi o nível necessário de auto-estima como escritor pra tentar achar um jeito de publicar isso tudo de algum jeito. Mas claro, como autor novato, é meio complicado selecionar. 30 contos é muito? É pouco? O que deve ficar de fora, o que deve entrar? Muito humor? Muito drama? Quem matou Odete Roithman? Ronaldo? E bem, é aí que vocês, fiéis e pacientes leitores desse blog entram.
Desconfio que até o final desse mês todos os contos vão estar terminados (ainda tenho 5 contos para concluir) e eu vou tentar montar um ante-projeto de livro com eles. Assim que essa versão beta estiver pronta eu gostaria de saber quantos de vocês se dispõem a, assim como aquelas pessoas que aceitam tomar choques elétricos em nome da ciência, ler essa versão do livro e me dar algumas opiniões. Vocês vão poder sugerir o que está sobrando, faltando, se está longo demais, pequeno demais, ou mesmo se eu deveria procurar outro hobbie, como a filatelia ou a taxidermia, e deixar isso de escrever para pessoas mais qualificadas.
Então para se candidatar e ter essa chance imperdível de ler em primeira mão um futuro sucesso da literatura brasileira (ou bem menos), deixe apenas um comentário informando isso (pode ser um “eu topo”, “tô dentro” ou “Dado Dolabella traiu o movimento”) e coloque seu email naquele campo do comentário onde pedem que você…humm..coloque o email. E lembrem-se, não é sorteio (sempre quis dizer isso), todos poderão ler.
Os que se aceitarem participar desse verdadeiro projeto Manhattan literário devem receber antes do final do mês um arquivo pdf com o livro e terão, sei lá, um ou dois meses pra ler e dar uma opinião, enviada para minha caixa de email. De posse dessas opiniões eu vou tentar fazer uma versão seguinte que será discutida com meus editores e com minha mãe, que dirá que está tudo lindo, e então começarei a buscar uma editora e, depois de ser rejeitado por várias, tentarei uma edição independente que irá se tornar um calço de mesa na casa de meus amigos mais próximos. Hummm…Ok, não vamos nos apressar: apenas respondam e eu mando o livro pra vocês.
Outra coisa legal: aqui está um caps muito mal feito (por mim) da querida “Tribuna de Cricaré”, o jornal de São Mateus, no Espírito Santo, no qual o meu amigo Thiago conseguiu encaixar algumas colunas minhas e do qual o outro amigo Ulisses me entregou algumas cópias, provando que sim, eu sou uma quase sub-celebridade em São Mateus e Goiânia, o que me faz pensar em duas coisas: a) se a Record São Mateus resolver fazer sua versão da “Fazenda” eu estou famoso o bastante pra entrar?; b) Por que as pessoas gostam mais de mim nas cidades que eu não freqüento?
Atualização: Consegui terminar mais um conto, chamado “Trabalho de melhor amigo”. Agora só faltam “Um estudo em vermelho. Com sardas”, “A cruel e vingativa traição de Heitor S. Rodrigues”, “Weezer” e “Formato mínimo”.
Atualização 2: Terminei também “A cruel e vingativa traição de Heitor S. Rodrigues”, desisti de “Formato mínimo” porque já tinha escrito um outro conto muito parecido e agora estou mexendo nos dois que faltam.
Farrazine #12
Julho 21, 2009
E é chegada a hora. Mantendo sua periodicidade nada periódica (ele sai todos os meses, mas cada mês pode demorar quantos dias a gente quiser) o Farrazine chega até sua décima-segunda edição cheio de ginga, graça, malemolência e orelhas de morcego, não necessariamente nessa ordem. Nesta edição cheia de glória e vitória temos Batman comemorando 70 anos, entrevistamos Eduardo Risso e também Maurício de Souza. Sim, aquele da Mônica! É, nós também falamos com gente que as pessoas normais conhecem! E da parte deste que vos fala está lá “O Garoto Aranha”, um conto inédito, novo e nunca dantes publicado em lugar nenhum. Que eu lembre, pelo menos. Vocês sabem como eu faço coisas e esqueço quando bebo vodca.
Para baixar clique aqui.
E já na linha dos projetos pessoais (eu tenho como objetivo de vida manter sempre o mesmo número de projetos paralelos que qualquer ex-BBB) está começando a produção de “Guerra dos Mundos”, minha segunda HQ, agora com arte do Luis Vieira, que será publicada em breve como web-comic e é uma espécie de fase de testes para a produção do meu audacioso projeto de uma série autoral. Os primeiros estudos de personagem para Guerra dos Mundos estão sendo publicados no blog do Luis, aqui. Desejem sorte pra gente. Comigo no meio nós com certeza vamos precisar.
Habemus Farrazine
Maio 20, 2009

Sim, sim, sim, esse amor é tão profundo, você é a minha prometida e eu vou gritar pra todo mundo, finalmente saiu a décima primeira edição do meu, do seu, do nosso, Farrazine. Dessa vez temos entrevista com Juan Gimenez, desenhista dos Metabarões (é, eu sei, sou sempre eu falando empolgadamente de pessoas que vocês não conhecem…), temos Lilian Mitsunaga (viu?é sempre assim…) e também EC Comics (melhor eu continuar linkando essas coisas, né?). De minha parte temos “Ilha de Lego”,devidamente diagramada pelo Rodrigo Andrade, e uma matéria sobre a Garota-Esquilo (não, não vou tentar explicar isso…). Baixem, leiam, se divirtam, indiquem aos amigos e apresentem aos seus pais.
E sim, esse post foi puro merchand e citação de música do Broz. Me perdoem…
A teoria do tempo cíclico
Fevereiro 8, 2009

Bem, eu nasci no Rio. Quer dizer, na verdade eu não nasci no Rio exatamente, eu nasci em Nova Iguaçu. Quer dizer, na verdade, na verdade mesmo, eu nasci no Rio, tecnicamente, já que a maternidade ficava nas Laranjeiras, mas fui registrado em Nova Iguaçu (segundo a mitologia familiar porque meu pai achou que tinha fila demais nos cartórios da capital). Aí, após alguns anos morando na perifeira da perifeira do Rio (sim, eu morava num bairro afastado na já afastada cidade de Nova Iguaçu. Na verdade minha família não tinha uma casa, o termo correto era “cativeiro”), eu me mudei pra Juiz de Fora. Em Juiz de Fora eu vi coisas impressionantes como calçamento, escolas que ficam a menos de 30 km da sua casa e que é possível sim chegar até uma banca de jornal sem ter que pegar dois ônibus. E aqui eu fiquei dos 7 até os 18, o que faz com que eu me considere mineiro e juizforano ao invés de fluminense e novaiguaçuano. Juiz de Fora é basicamente a minha cidade, com suas mulheres lindas, seus bares cheios, seus shoppings ridículos e seu calçadão engraçadinho.
Mas pra fazer a minha queria faculdade de jornalismo eu tive que sair daqui. Fui pra Viçosa, um cidade próxima, onde eu aprendi que ser viçosense não é uma questão de nascimento e sim um estado de percepção. Afinal, em Viçosa todo mundo fala com todo mundo, a vida noturna custa 5 reais (e você ainda volta com troco) e os filmes saem no cinema depois de saírem em DVD. Viçosa é uma realidade paralela onde as caixas d’água têm cerveja, a alimentação é baseada em salsicha e miojo e se você falar o nome de uma pessoa ao contrário ela desaparece.
Só que em 2007 eu me formei e tive que voltar pra Juiz de Fora pra procurar emprego, uma busca tão sucedida quanto a busca por um fã de Lynird Skynird na região de Nova Iguaçu em que minha avó mora. Depois de um ano dando murros em ponta de facão, eis que começo a passar em concursos públicos. Três pra ser exato. E pra me gabar um pouco. Um deles era o emprego dos sonhos de mamãe*, o de assessor de comunicação da Petrobras. E um dos outros era na Caixa, acho que na função de caixa. Provavelmente para trabalhar dentro de uma caixa. Ok, vou parar. Mas como a Petrobras atrasou as convocações por conta da crise (não essa crise. ou essa crise. é essa crise.) eu acabei sendo chamado antes pela Caixa. E pra onde eu fui chamado? Viçosa.
Uma chance de matar as saudades de uma cidade onde eu gostei muito de morar, de ver como é ser solteiro em Viçosa (afinal, eu passei a maior parte do meu tempo de curso namorando), e de experimentar a vida numa cidade universitária tendo dinheiro pra mais do que salsicha, miojo e cerveja Nova Schin. Uma chance de, num certo nível, fazer as pazes com os problemas que ficaram por lá, fechar assuntos pendentes e poder encerrar meu ciclo na cidade. Uma boa, pra dizer o mínimo.
E ao que tudo indica eu ficaria lá até o meio do ano, algo assim, já que é a previsão de convocação da Petro. Que ao que parece vai ser para…o Rio de Janeiro.
Ao que parece aí o ciclo se fecha. Faço as pazes com Viçosa, saio da minha cidade adotiva de um jeito legal e volto pra minha “cidade biológica” * pra finalmente tentar entender qual é a graça de lá (eu sinceramente não gosto do Rio, ainda que a ache a maior parte das pessoas até bem simpática, só tenho pelo Rio a mesma falta de tesão que tenho por todas as grandes cidades), e em breve poder me mudar pra outro lugar (ou não) já em dia com toda essa…bagagem emocional intermunicipal.
E claro, existe um bônus: Visconde do Rio Branco. Cidade onde eu passei os melhores carnavais da minha vida e para a qual, após anos de ausência, voltarei para o carnaval de 2009, na já lendária casa da avó do Yuri, para encerrar o ciclo de carnavais com chave de ouro. Ou prata. Ou bronze. Ou apenas bebendo e fazendo coisas absurdas.
As coisas estão assim então: ciclos que se fecham, pazes sendo feitas, coisas que ficaram pra trás sendo resolvidas. É um bom jeito de começar o ano, acho. Desde que, é claro, eu não precise acertar meus assuntos pendentes com os primos capixabas da minha mãe que tentaram me bater quando eu tinha 7 anos e contra quem eu prometi vingança. Afinal, fechar assuntos pendentes é bom, mas não vamos apelar. Aqueles caras são violentos…
*O emprego dos sonhos da sua mãe é bem diferente do seu emprego dos sonhos, assim como, por exemplo, a mulher que a sua mãe sonha pra você é diferente da sua mulher dos sonhos. Exemplo disso é que a minha referência de mulher é a Amélie Poulain, que foi carinhosamente descrita por mamãe, após ver o filme, como “aquela garota meio retardadinha de cabelo engraçado”. Fofa, muito fofa.
*Cidade pra mim é como aquela história sobre pais: sua cidade não é aquela onde você nasceu, é aquela onde você foi criado.
Self-esteem/Farrazine #9
Janeiro 26, 2009

“Agora que você vai passar a ter dinheiro, vai virar um bom partido e as garotas vão começar a se interessar por você” - Mamãe
Sim, depois de ser a única pessoa na história da humanidade a ser chamado de feio pela própria avó, consegui que minha mãe dissesse, de forma nada velada, que a única razão pra que uma mulher se interessasse por mim seria dinheiro. Planejo encontrar com meu pai ainda essa semana pra ele me chame de burro e me coloque em contato com meus tios, que provavelmente dirão que eu jogo bola mal, escrevo como um símio drogado e tenho pés e mãos esquisitos. Estrutura familiar é isso, eu sempre digo. (E sim, eu fico chateado quando dizem que minhas mãos são esquisitas…Porque ok, elas são meio pequenas, mas é um pequeno simpático, não um pequeno “esquisito”…)
E falando em coisas que me deixam complexado, o Farrazine #9 saiu e está anotando coisas para trazer da padaria quando voltar. Dessa vez não vai ter nada meu (ahhhhhhhh…) mas isso não tira o brilhantismo ou a qualidade do material (ok, talvez tire, mas bem pouquinho…), ou seja baixem como sempre e vejam Blacksad, EuAnimeRPG, contos, bárbaros e outras barbaridades.
Apenas olhem com menos ansiedade para a janelinha do download pra que eu saiba que vocês me amam, sentem minha falta e não me trocaram por um cara mais bonito e mais jovem que tem um carro.
Download clicando na imagem abaixo.
Papai Noel, você rói unha?
Janeiro 21, 2009

E sim, com um atraso digno da minha reputação de pessoa atenta e focada no mundo ao meu redor, aqui estão os links para o download da edição de Natal do Farrazine, com direito a Star Wars (totalmente natalino), uma história inédita do Urubu (Batman, você perdeu, pede pra sair) e um dos meus melhores contos (em minha nada suspeita opinião), “Capa Dura”, com arte do Juliano Secolo, em cuja casa já mandei entregar ouro e incenso, porque afinal, como os caras do Monthy Python disseram em “A vida de Brian”, mirra não serve pra nada.
Também foi (re)inaugurado o blog do Farratown, que hospeda as tirinhas do Farra, incluindo o Capitão Confiança, que em breve terá novas tiras no traço sempre “fandárdigo” do Mainardi.
E, claro, mais um contribuição para um orkut mais…bonito…
Capitão Confiança – Preview
Setembro 27, 2008
Bem, como muitos já sabiam após o estrondoso sucesso de “Alfred, á Árvore” e a lenda cult que se tornou o “Super-Pentecostal” ( o único personagem de tirinhas a constar do “Index” da Inquisição Espanhola), eu sempre sonhei em fazer tiras, afinal, foi ali que os quadrinhos começaram. Mas eu, como todo mundo também sabe, não sei desenhar nada…Por isso a minha felicidade quando Mainardi (uma espécie de Maurício de Souza que aceita desenhar personagens que não sejam os próprios filhos ou jogadores de futebol) topou trabalhar num projeto meu, o Capitão Confiança, o primeiro super-herói com um grave complexo de inferioridade. (Conceito legal, não?)
E por isso a minha felicidade ainda maior quando, na edição 7 do Farrazine, uma página inteira foi dedicada ao trabalho artístico do Mainardi e as minhas piadinhas infames. Então, com vocês, uma tira do Capitão Confiança!
Para ver as tiras numa resolução decente, que permita que você leia o texto sem colocar a cabeça dentro do monitor, clique aqui.
Para baixar toda a edição do Farrazine, dessa vez um especial sobre vampiros e desfrutar de todo seu sensacional conteúdo, clique aqui. (mas leia as tiras primeiro, afinal, eu sou seu amigo há mais tempo…)
P.S: Sim, o vilão é a cara do Freud. Uma bela sacada do Mainardi. Esse cara é foda.
P.S: Sim, eu acho que Horácio e Piteco são baseados em filhos ilegítimos do Maurício de Souza…
Releases de mim mesmo
Agosto 22, 2008

Como eu já disse nos tempos do Lacunas eu participo (ainda que agora com menos freqüência) de um fórum chamado Farra (Fórum de Agrupamento dos Revolucionários da Rapadura Açucarada), que publica uma revista virtual chamada Farrazine. E nessa revista eu fiz algumas participações ocasionais revelando os aspectos mais nerds da minha produção literária (soou profissional agora, não?Coool!). Então, como boa parte de vocês realmente tem um alto nível de paciência pra ler as coisas que escrevo e o zine é um trabalho que merece ser divulgado, resolvi linkar aqui todas as edições já lançadas, pra quem tiver interesse de baixar e dar uma conferida.
Farrazine 1: Edição de estréia. Da qual eu na participei. Se forem baixar, baixem por último. Ok, brincadeira, a edição é excelente. Mas baixem por último.
Farrazine 2: Um conto meu (“O primeiro e último dia de condicional de Jason W.”) e a primeira parte de um artigo especial que eu fiz chamado “Todo poder aos nerds”. Além disso também tem quadrinhos, cinema, música, história da arte seqüencial, fanfics, “O Menino Rato” (uma história curta e com arte sensacional feita pelo Snuck Binds) e uma boa explicação paro o fato do Super-Homem usar a cueca por cima da calça.
Farrazine 3: Outro artigo meu, dessa vez sobre a vida pessoal do Homem-Aranha (totalmente “nerds only”, mas interessante pra quem conhece alguma coisa sobre o personagem) e a segunda parte de “Todo Poder aos Nerds”. E também Fritz Lang, Dylan Dog, cinema e quadrinhos, Guitar Hero, música durante a ditadura, Napalm (uma história em quadrinhos sobre o Vietnam feita a oito mãos por Snuck, Dias, Rdelton e Diangello) contos, tiras, fábulas e Chuck Norris. E não pergunte o porque do Chuck Norris.
Farrazine 4: A parte final de “Todo poder aos nerds” (ainda bem) e ainda tem Macgyver, técnicas de gerenciamento para reinos das trevas, faroeste com Jerusalem Jones, Watchmen, o Menino Maluquinho encontrando Calvin e Haroldo e a nossa teoria de que Paul está morto. E cara, o George e o John também, sabia?
Farrazine 5: Maaais um artigo sobre o Homem-Aranha. E claro, mais Paul morto, entrevista com Emir Ribeiro (um dos grandes dos quadrinhos nacionais), contos, mortos-vivos, Taxi Driver, video-games, terror, e uma história do Urubu, escrita pelo Vino e desenhada pelo Diangello. Destaque pro fato de que o projeto deu tão certo que vai em breve ser publicado por uma editora. Sim, editora de verdade com papel de verdade.
Farrazine 6: Dessa vez minha participação foi no “Dossiê Farra”, explicando porque o Batman não é gay. E também temos quadrinhos e filosofia, entrevista com Marcelo Campos (desenhista brasileiro que ganhou o mundo e desenhou pras grandes editoras americanas), Homem de Ferro e cachaça, um último chute no caixão do Paul, Johnny Cash, Will Eisner, John Ford e mais quadrinhos.
E claro, se é pra fazer promoção pessoal, tenho que agradecer ao Thiago F.C., amigo, leitor e ex-técnico, pela publicação de uma crônica escrita por mim, sobre as olimpíadas, na Tribuna do Cricaré, jornal de lá do Espírito Santo, além da força ao ler boa parte dos contos do que eu planejo que seja o meu primeiro livro. Ele, claro, alimentou meu ego-bonsai e agora vai ter que me aguentar querendo ser colunista de jornal. Um grande obrigado, cara.



