2008: O ano em que fizemos contato
Dezembro 31, 2008

Como todo mundo sabe, 2007 foi uma droga. Sério, foi péssimo. Numa escala de ano ruim que fosse de 0 a 10, sendo 0 um ano muito bom e 10 um ano muito ruim, 2007 teria sido 18,45 e subindo. 2007 foi um desses anos em que eu fiquei feliz por não morar em Júpiter ou Saturno, porque isso faria o ano ser mais longo (além de que se eu morasse em Júpiter ou Saturno eu não iria conseguir respirar e meu corpo seria desintegrado pela densidade da atmosfera, mas isso só serviria pra tornar meu ano pior ainda, concordam?).
Mas já 2008 foi um ano diferente. Se 2007 foi o ano da derrota total, 2008 foi um ano de descobertas, tanto sobre mim quando sobre a minha forma de ver e me relacionar com o mundo. E, vale ressaltar, um ano em que consegui passar por profundos processos de mudança pessoal e auto-conhecimento sem virar gay, que é o que costuma acontecer com quase todo mundo que “se descobre” ou “aprende muito sobre si mesmo”, ou seja, eu realmente não me saí mal.
Em 2008 eu aprendi que não sou tão legal quanto eu achava e na verdade consigo ser até bem sacana de vez em quando; descobri que não existe revista em quadrinhos que não seja passível de download; descobri que sim, você é responsável pelo que cativa, então tente evitar isso de cativar as pessoas, sério; descobri que sexo casual é um dos poucos conceitos no universo que é tão divertido quanto parece; aprendi a andar de metrô em SP sozinho; aprendi a andar de ônibus no Rio sozinho (mas prefiro não abusar da sorte…); aprendi que eu demoro mais tempo pra esquecer as pessoas do que eu gostaria; que eu sou capaz de conseguir coisas que eu achava muito complicadas (o que não prova que eu seja melhor do que pensava, apenas prova que as coisas…não eram tão complicadas assim); que eu gosto mais de dinheiro do que eu imaginava; que eu não bebo mais como eu bebia antigamente; consegui ver uma história em quadrinhos minha desenhada e um conto meu publicado; voltei a jogar futebol society; fiquei com mais garotas do que jamais tinha ficado em um ano (contados os carnavais de Rio Branco); comi comida japonesa (e achei…besta…muito besta…); vi namoros terminando, começando, terminando de novo, começando de novo e terminando de vez; descobri que as decisões desastrosas que eu tomo na minha vida pessoal têm reflexos muito positivos na minha vida profissional e eu acho que a troca vale a pena; passei a ficar emocionado com propagandas da Petrobras; e claro, a mudança de vida mais importante de todas, passei a usar camisas pólo. Mas, claro, depois farei um post apenas pra falar sobre esse tema.
Em suma, foi um ano de aprendizado. Se 2007 foi o ano em que as coisas acabaram, 2008 foi o ano em que, ao que parece, foram lançadas as bases pra que 2009 as coisas finalmente recomecem. Ou não, eu não virei otimista esse ano, seria mudança demais pra apenas doze meses.
Playlist de 2008
I’m a realist – The Cribs
Do me a favour – Arctic Monkeys
Lover in the snow – Rivers Cuomo
Tought i knew – Weezer
Railroad – The Zutons
300 km/h – Autoramas
Dude (i totally miss you) – Tenacious D
Vanguart – Mallu Magalhães
Psicodelismo em Ipanema – João Penca e seus Miquinhos Amestrados
Estrelas – Ludov
Eu quero ser seu tamagotchi – Lucy and the Popsonics
Vem ni mim – Dado Dolabella
Wrapped around your finger – The Police
Anyone else but you – Michael Cera e Ellen Page
Robin Hood – The Rifles
Diários da ex-adolescência
Dezembro 27, 2008

“Good night and good fight!” 3/3
Chegando no salão eu fui um dos primeiros a notar que existia um certo clima de animosidade no ar. Afinal, nós alunos estávamos tomando toda a atenção feminina do local, fosse pro bem ou pro mal, e isso estava deixando irritados alguns dos primos e amigos das meninas, que perceberam que estavam fazendo figuração na festa. Eles estavam se reunindo em bandos espalhados por várias partes do salão, enquanto nós curtíamos inocentemente a festinha. Alguns outros amigos que tinham notado o problema resolveram que seria uma boa se todo mundo trocasse de roupa, deixasse de lado as fardas de gala, que chamavam atenção demais, e vestisse ternos, pra dar uma misturada, mas alguns acharam que era bobagem.
E então começou a tocar funk, o típico prenúncio do armageddon. A seqüência dos fatos é confusa, mas vou contar do jeito que eu me lembro. Um amigo nosso esbarrou em um dos “primos” da aniversariante e tomou um empurrão. Outro dos nossos foi tirar satisfação e foi jogado no chão, com um terceiro tomando um soco. Entrou em cena então Yuri, empurrando um cara, tomando um chute e acertando no cara uma das mais belas bicudas que eu já vi, digna de uma final de super-bowl, deixando o cara fazendo aquilo que Dylan chamaria de “bater na porta do céu”. Essa foi a senha pra pancadaria geral começar instantaneamente, com cerca de 40 deles contra 15 de nós. Ou contra o que seriam 15 de nós.
Em dez segundos os quinze haviam rapidamente virado 5, sendo Yuri, que tem massa física e é treinado nas artes místicas dos ninjas do bairro São Dimas; Átila, que era praticamente a reencarnação do líder dos Hunos e brigava com 3 caras ao mesmo tempo, ganhando; Zaidem, que era enorme, violento, mau, cruel e insistia que a Uni da Caverna do Dragão era um filhotinho de jumento; Fábio, o príncipe que não estava nada encantado;e eu, que não sei brigar, não sei me defender mas tenho uma fidelidade canina em relação aos amigos e só notei que a briga tinha começado quando era tarde demais pra fugir. Todos os outros haviam sumido, evaporado, se escondido atrás de uma garota ou desaparecido debaixo de alguma mesa. Eram exemplos de coragem e solidariedade surgindo de todos os lados.
A briga prosseguia, com Yuri sendo linchado por seis caras e tentando revidar, Átila tentando abrir caminho até Yuri usando os corpos de alguns indivíduos que ele já tinha deixado inconscientes, Zaidem esmurrando tudo que se movia, Fábio se defendendo e eu, cercado por 3 caras numa das quinas do salão, tentando me defender com joelhadas e copos de vidro que eu lançava a esmo. Depois vim a saber que acertei copos em várias pessoas, como a avó da aniversariante e duas crianças pequenas, mas elas provavelmente mereciam.
Assim que Yuri conseguiu se recuperar e reagrupar com Zaidem, Átila e Fábio eu rapidamente me juntei a eles e conseguimos sair pela janela até um quarto isolado do salão, aonde nos sentamos para contar os ferimentos. Lá, subitamente, começaram a aparecer vários dos desertores, contando histórias fascinantes sobre como estavam no salão o tempo todo e nós é que não vimos, ou sobre como saíram para buscar ajuda e demoraram pra voltar, ou mesmo sobre como estavam no banheiro o tempo todo e nem notaram a briga acontecendo. A pior parte é que esse que contou a do banheiro estava falando a verdade mesmo, soubemos depois.
Destruída a festa, com avós feridas, crianças chorando, a debutante em choque, o pai dela revoltado e os primos voltando para suas cavernas no mato, fomos enviados em uma van para nossas casas, com a certeza de um tremendo esporro na segunda-feira. Afinal, aquele era o exército e não fazia sentido sair batendo nas pessoas por aí, a não ser que alguém com uma patente maior mande, ou que elas sejam paraguaias, claro.
Na segunda fomos todos chamados para a sala do capitão, onde ouvimos a versão dos eventos que foi reportada a ele pelos pais da aniversariante. Pra nossa surpresa a versão era até bem favorável a nós, mas ainda assim era uma briga de alunos fardados em um evento social. Nós estávamos evidentemente fodidos num nível tremendo. O capitão parecia querer punir todo mundo, mas resolveu dar uma chance pra que quem tivesse brigado se manifestasse. Yuri resolveu dar uma força e disse que ele tinha brigado, com a ajuda de mais quatro, o resto não tinha feito nada. Zaidem, Fábio e Átila se manifestaram e eu, contendo a vontade de falar “eu sou Spartacus!” me manifestei também. Por alguma razão até hoje inexplicada apenas nós cinco escapamos da punição, o que talvez fosse a forma do capitão de dizer que lealdade é mais importante do que auto-preservação ou apenas significasse que ele tinha confundido as listas de punidos e não-punidos.
Seja como for, Duque de Caxias com certeza teria ficado orgulhoso. Exceto do meu lance com os copos, eu acho.
Post de Natal
Dezembro 24, 2008

Feliz Natal pra todo mundo. Dia 26 voltamos ao funcionamento normal.
Diários da ex-adolescência
Dezembro 18, 2008
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“Good night and good fight!” – 2/3
Primeiro dia de ensaios da valsa. A debutante totalmente alucinada com o nosso amigo loiro, meus amigos totalmente alucinados com as gurias e a professora de dança totalmente alucinada com a minha falta absoluta de coordenação motora. Fomos divididos em casais usando o tamanho como critério e para minha alegria eu passei a fazer par com uma linda descendente de nipônicos chamada Laura. Ainda que com minha dificuldade para manter o ritmo ou minha facilidade para pisar nos pés das pessoas, nós estávamos nos saindo bem em termos de dança e desconfio que eu até não estava me saindo tão mal em ritmo de aproximação, ainda que todos os caras estivessem tentando me passar a perna e a disputa entre nós lembrasse mais “Death Race 2000” do que uma disputa de cavalheiros. Mas eu ia bem, conversava com ela na volta dos ensaios e imaginei que no tempo que faltava pra festa eu até poderia criar intimidade o bastante pra ter alguma chance.
Até que no terceiro ensaio, assim que os pares se formam, um dos caras vai até a professora e começa a conversar. E conversam, e conversam e conversam. O resultado dessa conversa, pro meu choque, foi fazer a mulher concluir que todo mundo tinha mudado de tamanho na noite anterior e os pares teriam que ser redivididos. Com isso Laura foi colocada seis casais pra frente e eu passei a dançar com uma garota gordinha que media 1,44 e por isso nunca poderia tirar carteira de motorista, ainda que fosse poder entrar na piscina de bolinhas do Macdonalds até o final da vida. Esbocei uma reclamação, mas como todo mundo queria se livrar da menina gordinha, todos foram contra mim, exceto, cabe ressaltar, o Yuri, que tinha faltado nesse dia.
E continuamos com mais alguns ensaios, que me fizeram aprender tudo de dança que sei até hoje (valsa é valsa, forró é valsa acelerada, música lenta é valsa em slow e lambada é sexo. Não tem nada a ver com valsa), até chegar no dia da festa, que era antecedida por uma missa. Chegando na missa a mãe da garota disse que cada um de nós teria que acender uma vela com um isqueiro e entrar na igreja. Problema: eu não sabia acender um isqueiro. Sério, não riam, eu apenas não sabia. Yuri me deu um isqueiro e tentou, em cinco minutos, me ensinar uma coisa que eu tentava aprender desde os 12, para desespero da mãe da menina. E lá fui eu. 6 dedos queimados e um litro de fluido de isqueiro depois, eu tinha aprendido. E tinha ficado viciado em acender isqueiros, hábito que sempre emputece meus amigos fumantes.
Livres da missa, que era a parte da chata da noite, já que lá só quem bebe é o padre, fomos para o salão de festas. Entramos, dançamos com as gurias, rimos da cara do nosso colega que era príncipe e fomos curtir a festa. Eu e mais um amigo fomos rapidamente arrastados por duas garotas pra parte de fora do clube onde era a festa. Meu amigo por uma das garotas interessantes do local e eu pela minha parceira mirim de dança. Ele pra ficar com ela e eu pra responder pra garota se ela tinha chance com um outro amigo meu, ao que eu respondi que possivelmente não, já que ele tinha namorada, mas ela sempre poderia tentar. Ela então perguntou se eu estava “disponível”. Me sentindo feliz por ser a última opção da garota que era a última opção de todo mundo eu decidi me jogar no lago, mas por estar com a farda de gala, que é difícil de lavar, tive pena da minha mãe que lavaria aquilo e decidi apenas voltar pro salão e beber.
No próximo capítulo: copos voadores, voadoras em avós e mucha lucha!
Diários da ex-adolescência
Dezembro 12, 2008

“Good night and good fight!” – 1/3
Como todo mundo sabe, eu estudei num colégio militar, uma instituição de ensino que, além de matemática, química, português e literatura, também te ensina os preceitos básicos do militarismo de Caxias, como a disciplina, a hierarquia e o conceito de que o golpe de 64 foi um movimento totalmente excelente e democrático, apoiado pelo povo contra aquele comunista pilantra do Jango, um safadinho. E os alunos do colégio militar são divididos em dois grupos, os filhos de militares, que são como crianças normais, só que prestando um serviço militar eterno, incluindo meninas, e os alunos civis, que são crianças normais obrigadas pelos pais a vestir uma farda, seja por serem indisciplinadas, hiper-ativas ou apenas chatas o bastante para que seus genitores queiram se livrar delas durante quase 12 horas do dia (sim, as aulas eram em tempo integral).
E entre as imensas vantagens que apenas um colégio militar pode oferecer a um jovem adolescente estão as festas de 15 anos. Sim, as festas de 15 anos. Afinal, nós tínhamos, dentro das opções de uniforme, uma farda de gala, toda branca e complementada por discretas calça e boina vermelhas que, aparentemente causava o delírio das mães, tias e avós de debutantes, que sempre faziam convites ao colégio para que enviasse alunos que pudessem dançar com as debutantes e suas coleguinhas em festas, fazendo papel de príncipe e coisa do tipo.
Como qualquer um pode imaginar, rapidamente se formou a máfia das festas de 15 anos. Afinal era uma chance única de comer e beber de graça,além de sair pra zoar com os amigos e provavelmente ficar com uma garota gatinha, tendo como único custo vestir aquela roupa ridícula num sábado de noite. Eu, graças ao Yuri e aos contatos no time de futebol, passei rapidamente a fazer parte desse seleto grupo de jovens que representava o colégio em eventos sociais e fazias as garotinhas suspirarem. Ou no meu caso, um pouco menos, afinal a garota que eu acompanhei no desfile de Rainha da Primavera em 2002 deve estar até hoje me procurando por causa do pisão que eu dei na cauda do vestido dela, permitindo que ela desfilasse com uma bela marca de pé na região do traseiro. Mas não acho que isso tenha sido decisivo na sétima colocação que ela teve, ainda que ela provavelmente discorde.
E foram várias festas, algum mais e outras menos legais, todas com comida e bebida de graça, ainda que em algumas a comida fosse composta de duas coxinhas e a bebida fosse um copo de guaraná Brahma, mas sempre com uma noite de diversão garantida, sem problemas e algumas vezes até com carona pra casa.
Um dia fomos chamados novamente na sala do comandante da companhia, o que, no nosso caso poderia significar qualquer coisa, desde mudança de técnico no time de futebol até expulsão do colégio, e lá estavam os pais de mais uma debutante. Fomos apresentados aos dois como modelos de virtude adolescente e disciplina militar, um dos nossos colegas, loiro, alto e de olho claro, foi escolhido como príncipe e os outros foram informados sobre as datas dos ensaios da valsa e dos outros momentos da festa. E lá íamos nós.
No próximo capítulo: valsa, missa e isqueiros.
A fever you can’t sweat out
Dezembro 9, 2008

E saiu, finalmente saiu! É só clicar aqui e ir até o site da Mojo Books para baixar o e-book escrito por esse que vos escreve. Sim, foi uma frase confusa, mas vocês entenderam. Sim, esqueçam a eleição do Obama, o rebaixamento do Vasco ou as suas vidas pessoais e profissionais, tudo que importa agora é que vocês baixem e leiam esse conto. Ok, eu exagerei, acho…Mas leiam, ok? E não, não vou fazer a piadinha dos 500 links de novo, porque aquilo deu um trabalho filho da mãe, sério.
Charlie Brown Pergunta
Dezembro 6, 2008

Em que momento você ultrapassa a linha tênue entre a persistência saudável e a insistência irritante? E por que você só percebe esse momento uns 15 minutos depois que ele passa?
Mojo Book Release
Dezembro 2, 2008

E no próximo dia 07/12 finalmente sai o meu conto pela Mojo Books, mojificando o primeiro CD do Panic at the Disco, “A Fever You Can’t Sweat Out”. É, eu sei, é difícil achar alguma conexão entre eu e a banda, mas assim que você ouvir o CD (se você ouvir, o que eu acho que pode ser uma boa fazer), vai ficar compreensível a ligação. Afinal, nas letras e nos títulos você encontra referências a Orson Welles, Chuck Palahniuk e Wes Anderson, além de uma das melhores citações de filme em uma música (“Lying is the most fun a girl can have without taking her clothes off but it’s better if you do.“, de Closer), e do clipe de “Build God Then We’ll Talk” ter um ventríloquo. E como todo mundo sabe, nada é mais legal do que ventriloquismo, nada.
Dessa mistura de referências bizarras da banda com as minhas próprias referências pessoais esquisitas nasceu um pequeno conto sobre um cara que trabalha como palhaço em festas infantis com mais dois amigos e a rotina depressiva do pequeno universo que ele habita. Ou algo assim. Eu sou péssimo pra dar explicações. Escrito de uma tacada só (acho que fiquei nele até de madrugada, algo assim) o conto foi enviado pra Mojo, que selecionou o conto pra publicação, sob forma de e-book, disponível pra download gratuito no site, no que com certeza vai ser uma graaaande ajuda para o meu projeto de publicar o primeiro livro de contos em 2009.
Já aviso antecipadamente que o conto é um pouco diferente do que eu costumo escrever. Não que não seja ligado a comédia, mas é uma visão bem mais triste da comédia, não sei se vocês entendem, é algo que é engraçado, mas triste. Ok, eu sou realmente uma droga com explicações…Já viram “Melinda e Melinda”? Não tem nada a ver com o conto, mas é um grande filme do Woody Allen.
E antes que as pessoas se confundam, sim o livro está assinado como João Baldi Jr., uma homenagem ao lado italiano da família e também a aceitação de que, como eu não tenho um sobrenome decente, preciso resgatar um dos antigos que minha família tinha. Fora que soa bem, serve como trocadilho e se você procurar no Google as únicas referências dele são ligadas a mim (ok, tem um ator brasileiro da década de 40 chamado João Baldi, provavelmente meu parente, mas não quero falar nisso). Ou seja, de agora em diante tudo que eu fizer em termos de livros, quadrinhos e músicas eu vou assinar como João Baldi Jr., então pode ser legal a gente se acostumar. É provável que até a forma como eu assino no blog mude, ainda estou pensando nisso.
Mas no dia 7 entrem no site da Mojo, se cadastrem, baixem o e-book, leiam e sintam-se a vontade para me dar um feedback via blog (ou comentando lá no site, o que seria bem legal pra levantar a minha auto-estima), além de recomendar que seus amigos, colegas e namoradas façam o mesmo. Agindo assim vocês garantem uma cópia autografada do meu livro, assim que ele sair e eu aprender a fazer uma assinatura que não pareça totalmente infantil. Talvez eu apenas molhe o polegar na tinta e carimbe, vou pensar nisso…
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